Acabei de ler este artigo online, resolvi postar aqui e compartilhar com meus leitores:
Há uma estória atribuída ao filósofo grego Sócrates, sobre como lidar com pessoasnegativas, que vale a pena contar.Certa vez um homem correu apressadamente em direção a Sócrates e disse:“Eu tenho novidades para contar-lhe”. Sócrates fez sinal com a mão ao homem afoito para que se acalmasse.“Antes, deixe-me fazer-lhe três perguntas”, disse Sócrates.“Bom; está bem!!”, respondeu o homem.“A notícia que está para contar-me, você pessoalmente, sabe se é verídica?”
“Na verdade não” respondeu-lhe o outro.
“Mas eu a ouvi de fonte segura”.
“Então vamos à segunda pergunta”, continuou Sócrates.
“A notícia que pretende contar-me é sobre alguém que você conhece pessoalmente?”“Bem, não o conheço”, respondeu-lhe o homem.
“Mas acho que você o conhece.”“Ah, sei”, disse Sócrates.
“Então deixe-me fazer-lhe a última pergunta. Essa notícia épositiva ou negativa?”
“Bem, ela é negativa!” falou o outro.“Então vejamos”, retrucou o sábio.
“Você pretende contar-me uma notícia que pessoalmente você não sabe se é verídica, a respeito de alguém que você não conhece, e além disso é negativa.”
“Bem, posto desse jeito, parece ser algo ruim mesmo,” respondeu o homem.
“Obrigado, mas estou fora dessa,” disse Sócrates.
Sócrates sabia que atraímos coisas de acordo com a qualidade de nossos pensamentos. Recebemos aquilo em que concentramos nossa atenção. Focalize no que lhe falta e você terá privação. Focalize no seu reumatismo e ele piorará. Focalize no seu mau-humor e ele aumentará a cada dia.
Onde se concentra a maior parte dos seus pensamentos? Que tipo de conversação predomina no seu dia-a-dia com as pessoas?As respostas a essas perguntas certamente lhe dirão muita coisa a respeito da qualidade de seus pensamentos e o que vem junto com eles, em sua vida.
Floyd Patterson, o grande campeão mundial de boxe dos pesos pesados da década de 60, falou certa vez que “Em vez de tentar vencer o mundo, tente simplesmente melhorar a si mesmo. Exceda à sua própria personalidade e acabará descobrindo o melhor de si.”Em outras palavras, se você não está satisfeito com consigo mesmo, descubra uma forma de vencer a si mesmo.
Dessa forma não haverá competição. Não haverá inimigo. Existirá apenas o desejo de melhorar a si mesmo. A medida que você melhora, o mundo também melhora.
O primeiro e mais importante passo para o êxito em qualquer área de sua vida (seja pessoal, profissional, espiritual etc), é focalizar fortemente a sua atenção naquilo que você realmente almeja ter (que são seus ideais, metas e objetivos), em vez de olhar para o que não deseja, ou olhar para o seu estado atual, e trabalhar decididamente naquela direção. Você atrairá de maneira automática aquilo que predomina em seus pensamentos. Logo, se as coisas não andam bem, comece a refocalizar – do negativo para o positivo- o seu modo de pensar e as suas atitudes. Assim, “Eu não quero esse reumatismo”, se transforma em “Eu quero um corpo sadio”.“Eu não quero essas dívidas”, se transforma em “Eu quero dinheiro mais do que suficiente para tudo aquilo que eu desejo”.
Redirecionando a sua mente para o que deseja, isto irá levá-lo consistentemente, em direção ao que você quer, contanto que seja perseverante e tenha fé no sucesso.O primeiro passo é seu. Os próximos passos também serão seus, mas agora mais facilitados, pois a ajuda, como que fluirá ao seu encontro, automaticamente, através de pessoas e situações, que o levarão continuamente aos seus objetivos.
A pergunta que fica é: “Você está disposto a se empenhar ao máximo nesse sentido?” Eu espero que sim, pois o resultado, se for ético e honesto, valerá muito a pena.A decisão final é sua.
Ernesto Artur Berg - Maiores informações sobre o autor, visite: http://quebrandobarreiras.com.br
Filosofando sobre o dilema entre viver a vida como se não houvesse amanhã e construir um futuro...
Mostrando postagens com marcador atitude. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador atitude. Mostrar todas as postagens
domingo, 11 de março de 2007
sábado, 10 de fevereiro de 2007
No Topo do Mundo
Já que estamos falando bastante da questão da atitude e dos elementos do sucesso, acho que este artigo de Tom Coelho tem muito à acrescentar:
"Nenhum homem é uma ilha." (Thomas Morus)
Muitos foram os esportes que já pratiquei. De futebol e basquete, à natação e canoagem, passando por tae kwon-do, esgrima e até pára-quedismo. Mas uma modalidade em especial não ousei exercer: o alpinismo.Vejo cenas de expedições à Cordilheira do Himalaia e fico imaginando a sensação sublime de auto-realização daqueles que chegam ao cume do Monte Everest, ou seja, literalmente ao topo do mundo.
Tive a oportunidade de assistir ao relato de um jovem montanhista canadense, Jamie Clarke, reproduzido num filme intitulado exatamente “No Topo do Mundo”, distribuído com exclusividade no Brasil pela Siamar, um de meus principais parceiros. E gostaria de compartilhar algumas lições que pude extrair desta experiência.
1. Não há êxito sem preparação. Um alpinista enfrenta, por meses e até anos, um longo processo de preparação, do corpo e da mente. Tudo isso para desfrutar a glória de chegar ao cume e lá permanecer por não mais do que dez minutos.
2. Siga suas paixões sem obsessão. A persistência e a obstinação são ingredientes para o sucesso. Quando nos apaixonamos por uma idéia nutrimos uma capacidade ímpar de envolvimento e comprometimento. Mas a obsessão cega os olhos, subtrai a racionalidade, gera compulsão que conduz ao conflito e à derrota.
3. Escolhas envolvem lucidez e visão de futuro. O filme apresenta um momento no qual um alpinista encontra-se a apenas uma hora de escalada do topo. Porém, se prosseguir, não terá tempo (o anoitecer se aproxima) e forças para voltar. Neste momento, ele decide retornar, preservando sua vida. Um passo atrás que, com olhos voltados para o futuro, simboliza um avanço e não um retrocesso. Nossas ambições devem estar sempre à altura de nossa capacidade.
4. O foco deve estar no caminho. Embora haja um objetivo maior, é a soma de cada passo, a transposição de cada adversidade, que nos direciona à meta. É o que chamo de “passos de bebê”. Após o engatinhar, a criança descobre que há um novo mundo para ser visto a partir de outra perspectiva. E, entre uma queda e outra, a busca pelo equilíbrio sobre suas pernas é premiada com o cumprimento do objetivo traçado: andar.
5. Reconhecer os erros leva ao aprendizado. Precisamos ser honestos diante de situações adversas. O apresentador conta que, durante uma expedição, o papel higiênico acabou antes do previsto, tornando-se a fonte de conflitos e discórdias. Na verdade, tratava-se apenas de um subterfúgio, uma forma de mascarar questões maiores que estavam sendo negligenciadas. Temos o hábito de evitar os problemas reais e tornar pessoais temas que precisam ser debatidos em busca de soluções.
6. Ou você enfrenta o medo ou o medo vence você. O maior desafio de um alpinista é o medo. O medo da mudança, o medo da insegurança, o medo das circunstâncias. O medo de tomar uma decisão, de dar um passo adiante, causa paralisia e mata o progresso. Você faz o que lhe amedronta e ganha coragem depois. Não antes.
7. Um forte propósito é a melhor fonte de motivação que podemos ter. John, o alpinista que preferiu trilhar o caminho de volta a poucos metros do topo, é vencido pelo cansaço e pela fragilidade do corpo em sua jornada. Recostado em uma rocha, com a neve encobrindo suas pernas e minando o restante de suas forças, a morte o espreita quando sua equipe decide fazer uma ligação via satélite para sua casa. O telefonema providencial, conectado ao rádio de comunicação, encontra sua esposa e filhas pequenas que, com palavras de amor, fazem-no relembrar do compromisso assumido de voltar para sua família com vida. São estas palavras e memórias que, como combustível, incendeiam suas células, possibilitando-lhe retornar à base. O que importa na vida não são as promessas que fazemos, mas as que cumprimos.
8. Nunca escalamos sozinhos. Este não é um esporte individual. A vitória é fruto de um trabalho de equipe. Dos guias e estrategistas, dos colegas que acampam nas bases. Da mão que prepara um café para acalentar o frio e das vozes que calam o silêncio da noite com frases de incentivo. Tal qual no mundo corporativo, é preciso olhar para baixo e agradecer. Sempre.Ao término do filme, sinto-me transformado. Continuo não tendo o preparo físico e as vivências de um alpinista. Mas em minha mente passo a compreender que também tenho meu próprio topo para escalar. Minhas montanhas são outras. Nem melhores, nem piores. Nem mais altas, nem mais baixas. Apenas são as minhas, aguardando-me por desafiá-las, agora mais consciente sobre como fazê-lo.
Tom Coelho ( www.tomcoelho.com.br ), com graduação em Publicidade pela ESPM/SP e Economia pela FEA/USP, tem especialização em Marketing pela Madia Marketing School e em Qualidade de Vida no Trabalho pela FIA-FEA/USP. Atualmente é consultor financeiro especializado em gestão de passivos, coordenação de processos de reestruturação financeira (turnaround) e habilitação ao crédito, professor universitário nas disciplinas Marketing e Empreendedorismo, e escritor com artigos publicados regularmente por mais de 200 veículos da mídia eletrônica e impressa, inclusive na Argentina, Bolívia, Uruguai, Chile, Venezuela, Panamá, Estados Unidos, Portugal, Espanha e Japão. É co-autor do livro “Roda Mundo, Roda-Gigante”, antologia internacional publicada em 2004 e 2005. Ministra palestras com temática voltada à Qualidade de Vida, Empreendedorismo, Liderança, Motivação, Marketing Pessoal, Criatividade, Planejamento Estratégico, Administração do Tempo, Finanças Pessoais e Conjuntura Econômica. Acumula, ainda, os cargos de Diretor da Infinity Consulting, Diretor Estadual do NJE (Núcleo de Jovens Empreendedores), vinculado ao Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) e Membro do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
"Nenhum homem é uma ilha." (Thomas Morus)
Muitos foram os esportes que já pratiquei. De futebol e basquete, à natação e canoagem, passando por tae kwon-do, esgrima e até pára-quedismo. Mas uma modalidade em especial não ousei exercer: o alpinismo.Vejo cenas de expedições à Cordilheira do Himalaia e fico imaginando a sensação sublime de auto-realização daqueles que chegam ao cume do Monte Everest, ou seja, literalmente ao topo do mundo.
Tive a oportunidade de assistir ao relato de um jovem montanhista canadense, Jamie Clarke, reproduzido num filme intitulado exatamente “No Topo do Mundo”, distribuído com exclusividade no Brasil pela Siamar, um de meus principais parceiros. E gostaria de compartilhar algumas lições que pude extrair desta experiência.
1. Não há êxito sem preparação. Um alpinista enfrenta, por meses e até anos, um longo processo de preparação, do corpo e da mente. Tudo isso para desfrutar a glória de chegar ao cume e lá permanecer por não mais do que dez minutos.
2. Siga suas paixões sem obsessão. A persistência e a obstinação são ingredientes para o sucesso. Quando nos apaixonamos por uma idéia nutrimos uma capacidade ímpar de envolvimento e comprometimento. Mas a obsessão cega os olhos, subtrai a racionalidade, gera compulsão que conduz ao conflito e à derrota.
3. Escolhas envolvem lucidez e visão de futuro. O filme apresenta um momento no qual um alpinista encontra-se a apenas uma hora de escalada do topo. Porém, se prosseguir, não terá tempo (o anoitecer se aproxima) e forças para voltar. Neste momento, ele decide retornar, preservando sua vida. Um passo atrás que, com olhos voltados para o futuro, simboliza um avanço e não um retrocesso. Nossas ambições devem estar sempre à altura de nossa capacidade.
4. O foco deve estar no caminho. Embora haja um objetivo maior, é a soma de cada passo, a transposição de cada adversidade, que nos direciona à meta. É o que chamo de “passos de bebê”. Após o engatinhar, a criança descobre que há um novo mundo para ser visto a partir de outra perspectiva. E, entre uma queda e outra, a busca pelo equilíbrio sobre suas pernas é premiada com o cumprimento do objetivo traçado: andar.
5. Reconhecer os erros leva ao aprendizado. Precisamos ser honestos diante de situações adversas. O apresentador conta que, durante uma expedição, o papel higiênico acabou antes do previsto, tornando-se a fonte de conflitos e discórdias. Na verdade, tratava-se apenas de um subterfúgio, uma forma de mascarar questões maiores que estavam sendo negligenciadas. Temos o hábito de evitar os problemas reais e tornar pessoais temas que precisam ser debatidos em busca de soluções.
6. Ou você enfrenta o medo ou o medo vence você. O maior desafio de um alpinista é o medo. O medo da mudança, o medo da insegurança, o medo das circunstâncias. O medo de tomar uma decisão, de dar um passo adiante, causa paralisia e mata o progresso. Você faz o que lhe amedronta e ganha coragem depois. Não antes.
7. Um forte propósito é a melhor fonte de motivação que podemos ter. John, o alpinista que preferiu trilhar o caminho de volta a poucos metros do topo, é vencido pelo cansaço e pela fragilidade do corpo em sua jornada. Recostado em uma rocha, com a neve encobrindo suas pernas e minando o restante de suas forças, a morte o espreita quando sua equipe decide fazer uma ligação via satélite para sua casa. O telefonema providencial, conectado ao rádio de comunicação, encontra sua esposa e filhas pequenas que, com palavras de amor, fazem-no relembrar do compromisso assumido de voltar para sua família com vida. São estas palavras e memórias que, como combustível, incendeiam suas células, possibilitando-lhe retornar à base. O que importa na vida não são as promessas que fazemos, mas as que cumprimos.
8. Nunca escalamos sozinhos. Este não é um esporte individual. A vitória é fruto de um trabalho de equipe. Dos guias e estrategistas, dos colegas que acampam nas bases. Da mão que prepara um café para acalentar o frio e das vozes que calam o silêncio da noite com frases de incentivo. Tal qual no mundo corporativo, é preciso olhar para baixo e agradecer. Sempre.Ao término do filme, sinto-me transformado. Continuo não tendo o preparo físico e as vivências de um alpinista. Mas em minha mente passo a compreender que também tenho meu próprio topo para escalar. Minhas montanhas são outras. Nem melhores, nem piores. Nem mais altas, nem mais baixas. Apenas são as minhas, aguardando-me por desafiá-las, agora mais consciente sobre como fazê-lo.
Tom Coelho ( www.tomcoelho.com.br ), com graduação em Publicidade pela ESPM/SP e Economia pela FEA/USP, tem especialização em Marketing pela Madia Marketing School e em Qualidade de Vida no Trabalho pela FIA-FEA/USP. Atualmente é consultor financeiro especializado em gestão de passivos, coordenação de processos de reestruturação financeira (turnaround) e habilitação ao crédito, professor universitário nas disciplinas Marketing e Empreendedorismo, e escritor com artigos publicados regularmente por mais de 200 veículos da mídia eletrônica e impressa, inclusive na Argentina, Bolívia, Uruguai, Chile, Venezuela, Panamá, Estados Unidos, Portugal, Espanha e Japão. É co-autor do livro “Roda Mundo, Roda-Gigante”, antologia internacional publicada em 2004 e 2005. Ministra palestras com temática voltada à Qualidade de Vida, Empreendedorismo, Liderança, Motivação, Marketing Pessoal, Criatividade, Planejamento Estratégico, Administração do Tempo, Finanças Pessoais e Conjuntura Econômica. Acumula, ainda, os cargos de Diretor da Infinity Consulting, Diretor Estadual do NJE (Núcleo de Jovens Empreendedores), vinculado ao Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) e Membro do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
sexta-feira, 26 de janeiro de 2007
"Já estava acostumado a não ganhar..."
Tenho falado bastante sobre as diferenças entre perdedores e vencedores no jogo da vida. Encontrei este artigo nas minhas andanças pela web e acho que ele te muito a ver com o conteúdo dos posts anteriores. Este artigo é de Dill Casella:
Com essa irônica e bem humorada frase, o diretor Martin Scorsese, com a tão sonhada estatueta em mãos, recebeu os repórteres do mundo inteiro após sua consagração no Oscar 2007, em Los Angeles.Ignorado nos anos 70, 80 e 90, após seis indicações de trabalhos maravilhosos, finalmente o diretor pôde abrir seu sorriso de campeão com Os Infiltrados sendo também consagrado como melhor filme.
Quem esteve em minhas últimas palestras, lembra-se dos exemplos de pessoas com aptidão, que treinaram, exercitaram, superaram adversidades para atingirem seus objetivos! Falei de Cafu, Marilyn Monroe, Ayrton Senna, Beatles, U2, Thomas Edison e outros tantos!! Todos, incluindo o diretor de cinema novaiorquino, esbanjam um ingrediente vencedor: ATITUDE!!!Após seguidas frustradas indicações ao Oscar, deveria Scorsese ter seu talento sucumbido a filmes absolutamente comerciais, tipo linha B e ao ostracismo?
E nós, que muitas vezes mesmo com ATITUDE, fazemos nossa parte e não conseguimos atingir os objetivos? O que falta? Em muitas vezes, falta foco, mas na grande maioria, falta só um pouquinho...um pouquinho mais de desempenho que fará uma diferença fenomenal no resultado!! É a pequena distância que separa um velocista de outro ao cruzarem a linha de chegada de uma competição!! E como não temos como medir esse só um pouquinho, façamos o seguinte trato: jamais acharemos que já fizemos o suficiente e jamais economizaremos em ATITUDE!! ATITUDE é o oposto de acomodação e sucesso é resultado de entrega!!
Fui ao Aurélio pesquisar o significado de ATITUDE: Reação ou maneira de ser, em relação a determinada pessoa, objeto, situação, etc. Propósito, ou maneira de se manifestar esse propósito.Propósito: Eis outra palavra intrigante!! Você ai, leitor, qual é o seu propósito? De vida? Profissional? Para o universo? Para o próximo? Fico intrigado com as respostas que tenho ouvido sobre tal questionamento. Ou resume-se a um abrangente ser feliz!, lembrando que o conceito de felicidade varia de pessoa para pessoa tanto quanto o DNA...Ou então, simplesmente as pessoas não tem propósito...Isso mesmo, simplesmente vivem um dia após o outro...
Ainda no espírito cinematográfico, agora, longe da atmosfera do Oscar, bem aqui na terra do PAC, o filme Pro Dia Nascer Feliz, de João Jardim retrata claramente o fantasma da falta de propósito. O documentário, excelente por sinal, mostra escolas brasileiras que fingem ensinar alunos que fingem aprender. Mostra ainda pontos comuns entre jovens da periferia e áreas nobres, tais como ausência dos pais, falta de perspectiva, medo e impotência para reagir, sair da vala comum. E justamente quem avança, mesmo que sejam milímetros em relação aos demais em um escala de ATITUDE, é quem faz a diferença!!
Abandonemos, portanto, o fogo brando, a água morna, o amanhã eu faço, o não tem jeito, isso não é comigo, sei lá...
Acostumar-se a não ganhar o Oscar jamais foi verdade para Martin Scorsese! Ele apresentou incansavelmente suas obras ao mundo que não teve outra alternativa a não ser render-se a seu talento e propósito!!
Qual é o seu Oscar, leitor? E se todos buscarem suas estatuetas, qual a resultante dessa revolução de ATITUDES? Certamente colaboraremos muito para deixarmos a vice lanterna em crescimento nas Américas...Eis a revolução que precisamos: a de ATITUDES!! Antes que seja tarde...que preceda a hibernação do conformismo...
Dill Casella é especialista em análise do ambiente corporativo, liderança e relações humanas, possui mais de 15 anos de atuação em vendas e desenvolvimento de mercado. Engenheiro Civil, pós em Marketing, Desenvolvimento Gerencial e Practitioner em PNL Compositor e ator amador. Dill Casella também é Escritor de artigos publicados regularmente em veículos de mídia eletrônica e impressa sobre vendas, liderança, atendimento ao cliente, motivação, entre outros.
Com essa irônica e bem humorada frase, o diretor Martin Scorsese, com a tão sonhada estatueta em mãos, recebeu os repórteres do mundo inteiro após sua consagração no Oscar 2007, em Los Angeles.Ignorado nos anos 70, 80 e 90, após seis indicações de trabalhos maravilhosos, finalmente o diretor pôde abrir seu sorriso de campeão com Os Infiltrados sendo também consagrado como melhor filme.
Quem esteve em minhas últimas palestras, lembra-se dos exemplos de pessoas com aptidão, que treinaram, exercitaram, superaram adversidades para atingirem seus objetivos! Falei de Cafu, Marilyn Monroe, Ayrton Senna, Beatles, U2, Thomas Edison e outros tantos!! Todos, incluindo o diretor de cinema novaiorquino, esbanjam um ingrediente vencedor: ATITUDE!!!Após seguidas frustradas indicações ao Oscar, deveria Scorsese ter seu talento sucumbido a filmes absolutamente comerciais, tipo linha B e ao ostracismo?
E nós, que muitas vezes mesmo com ATITUDE, fazemos nossa parte e não conseguimos atingir os objetivos? O que falta? Em muitas vezes, falta foco, mas na grande maioria, falta só um pouquinho...um pouquinho mais de desempenho que fará uma diferença fenomenal no resultado!! É a pequena distância que separa um velocista de outro ao cruzarem a linha de chegada de uma competição!! E como não temos como medir esse só um pouquinho, façamos o seguinte trato: jamais acharemos que já fizemos o suficiente e jamais economizaremos em ATITUDE!! ATITUDE é o oposto de acomodação e sucesso é resultado de entrega!!
Fui ao Aurélio pesquisar o significado de ATITUDE: Reação ou maneira de ser, em relação a determinada pessoa, objeto, situação, etc. Propósito, ou maneira de se manifestar esse propósito.Propósito: Eis outra palavra intrigante!! Você ai, leitor, qual é o seu propósito? De vida? Profissional? Para o universo? Para o próximo? Fico intrigado com as respostas que tenho ouvido sobre tal questionamento. Ou resume-se a um abrangente ser feliz!, lembrando que o conceito de felicidade varia de pessoa para pessoa tanto quanto o DNA...Ou então, simplesmente as pessoas não tem propósito...Isso mesmo, simplesmente vivem um dia após o outro...
Ainda no espírito cinematográfico, agora, longe da atmosfera do Oscar, bem aqui na terra do PAC, o filme Pro Dia Nascer Feliz, de João Jardim retrata claramente o fantasma da falta de propósito. O documentário, excelente por sinal, mostra escolas brasileiras que fingem ensinar alunos que fingem aprender. Mostra ainda pontos comuns entre jovens da periferia e áreas nobres, tais como ausência dos pais, falta de perspectiva, medo e impotência para reagir, sair da vala comum. E justamente quem avança, mesmo que sejam milímetros em relação aos demais em um escala de ATITUDE, é quem faz a diferença!!
Abandonemos, portanto, o fogo brando, a água morna, o amanhã eu faço, o não tem jeito, isso não é comigo, sei lá...
Acostumar-se a não ganhar o Oscar jamais foi verdade para Martin Scorsese! Ele apresentou incansavelmente suas obras ao mundo que não teve outra alternativa a não ser render-se a seu talento e propósito!!
Qual é o seu Oscar, leitor? E se todos buscarem suas estatuetas, qual a resultante dessa revolução de ATITUDES? Certamente colaboraremos muito para deixarmos a vice lanterna em crescimento nas Américas...Eis a revolução que precisamos: a de ATITUDES!! Antes que seja tarde...que preceda a hibernação do conformismo...
Dill Casella é especialista em análise do ambiente corporativo, liderança e relações humanas, possui mais de 15 anos de atuação em vendas e desenvolvimento de mercado. Engenheiro Civil, pós em Marketing, Desenvolvimento Gerencial e Practitioner em PNL Compositor e ator amador. Dill Casella também é Escritor de artigos publicados regularmente em veículos de mídia eletrônica e impressa sobre vendas, liderança, atendimento ao cliente, motivação, entre outros.
Assinar:
Postagens (Atom)