Um novo blog de um dos consultores da equipe Sonhos Estratégicos, o William Johnson, acabou de sair do forno. Na equipe, William é responsável pelas áreas de desenvolvimento pessoal mais profundas como auto-estima, autoconfiança, superação de inseguranças, medo, etc.
O blog dele vai um pouquinho mais à fundo na psicologia do que o Blog Sonhos Estratégicos, acho que foi por isso que foi criado um outro blog só pra ele! De qualquer forma, o blog dele se chama Metamorfose Pessoal. Ainda não tem muitos artigos, mas os poucos que você encontrará por lá são de altíssima qualidade e provocão reflexões profundas!!! Vale à pena dar uma conferida e colocá-lo em sua lista de favoritos.
Filosofando sobre o dilema entre viver a vida como se não houvesse amanhã e construir um futuro...
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
domingo, 17 de junho de 2007
Oportunidade, Sorte... CUIDADO!!!
Na última newsletter Sonhos Estratégicos, a consultora Fran Christy, de quem sou um fã inveterado, escreveu sobre o perigo tanto de esperar por oportunidades quanto por aproveitá-las. Eu nunca tinha pensado nisso, mas o argumento dela faz muito sentido!
Pra começar, quem "espera" por oportunidades nada faz para construir seu próprio futuro. É como se fosse um mito dentro da cabeça da pessoa de que ela não pode partir para uma vida melhor a não ser que uma oportunidade apareça, se não aparecer, azar o dela... Eu vejo muito isso, o povo reclamando que ainda não deu certo na vida "porque a oportunidade ainda não apareceu..." Mas e precisa aparecer? Eu vejo casos de sucesso por aí e percebo que muitas vezes o que a gente de fora percebe como um lance de sorte ou uma oportunidade foi resultado das AÇÕES da pessoa, o sucesso não caiu do céu. Tá certo que as vezes isso acontece, mas convenhamos... eu prefiro cavar meu próprio sucesso do que arriscar dar o azar de nunca ver uma "oportunidade" passar na minha frente.
Do outro lado da moeda está a outra armadilha: E quando a oportunidade aparece? Você deve aproveitá-la sem pensar 2 vezes porque ela pode não aparecer de novo? É, a maioria pensa assim e estão REDONDAMENTE errados! O ideal para atingir um nível de sucesso sólido e seguro na vida é seguir um caminho certeiro. Definir onde se quer chegar, planejar a jornada e partir sem olhar para os lados. Oportunidades no entanto, muitas vezes, o puxam para fora do seu caminho. Eu conheço gente que fica andando em círculos, indo de lá pra cá aproveitando uma oportunidade aqui, outra ali e nunca chegam a lugar nenhum. Se a oportunidade não for pra puxá-lo pra frente no seu próprio caminho ela é uma distração não um lance de sorte como muitos acreditam.
Bom, de qualquer forma, dê uma lida no artigo original, dividido em partes publicado no blog Sonhos Estratégicos e veja o que você mesmo acha. Clique aqui para ler.
Pra começar, quem "espera" por oportunidades nada faz para construir seu próprio futuro. É como se fosse um mito dentro da cabeça da pessoa de que ela não pode partir para uma vida melhor a não ser que uma oportunidade apareça, se não aparecer, azar o dela... Eu vejo muito isso, o povo reclamando que ainda não deu certo na vida "porque a oportunidade ainda não apareceu..." Mas e precisa aparecer? Eu vejo casos de sucesso por aí e percebo que muitas vezes o que a gente de fora percebe como um lance de sorte ou uma oportunidade foi resultado das AÇÕES da pessoa, o sucesso não caiu do céu. Tá certo que as vezes isso acontece, mas convenhamos... eu prefiro cavar meu próprio sucesso do que arriscar dar o azar de nunca ver uma "oportunidade" passar na minha frente.
Do outro lado da moeda está a outra armadilha: E quando a oportunidade aparece? Você deve aproveitá-la sem pensar 2 vezes porque ela pode não aparecer de novo? É, a maioria pensa assim e estão REDONDAMENTE errados! O ideal para atingir um nível de sucesso sólido e seguro na vida é seguir um caminho certeiro. Definir onde se quer chegar, planejar a jornada e partir sem olhar para os lados. Oportunidades no entanto, muitas vezes, o puxam para fora do seu caminho. Eu conheço gente que fica andando em círculos, indo de lá pra cá aproveitando uma oportunidade aqui, outra ali e nunca chegam a lugar nenhum. Se a oportunidade não for pra puxá-lo pra frente no seu próprio caminho ela é uma distração não um lance de sorte como muitos acreditam.
Bom, de qualquer forma, dê uma lida no artigo original, dividido em partes publicado no blog Sonhos Estratégicos e veja o que você mesmo acha. Clique aqui para ler.
quinta-feira, 3 de maio de 2007
definição de metas + planejamento + administração do tempo = conquista dos seus sonhos!
Esta é uma fórmula simples. É a fórmula da realização. Se você quer alguma coisa, você define o que é, planeja como vai conseguir, ajeita o planejamento dentro da sua rotina diária e PUFF, como num passe de mágica, o seu desejo vira realidade!
Simples não? Então por que você não faz isto?!
Não, eu não estou brincando, nem exagerando! Quando as pessoas definem exatamente o que querem, planejam e arranjam tempo para colocar o planejamento em prática, seus desejos viram realidade. O grande problema é que as pessoas simplesmente não fazem isto! E ainda por cima ficam se perguntando por que é que não conseguem nada na vida! Algumas ainda perguntam, ok, eu entendo "o que" eu tenho que fazer, mas "como" é que eu faço isto? Como é que eu defini, planejo e administro meu tempo? Ok, se este é o seu problema, pare de reclamar e remedie. Meus colegas do Sonhos Estratégicos possuem estas respostas. Vá lá, compre os 3 manuais, um de definição de metas, outro de planejamento pessoal e outro de administração do tempo (eles até oferecem cursos grátis via email só pra você ver se gosta ou não da idéia!).
O negócio é que se você ficar parado, só reclamando que não tem tempo, ou que não sabe planejar, etc, a sua vida vai passar por você e você não vai fazer nada! Você já pensou nisso? Você já pensou que enquanto você está "ocupado" sem tempo para fazer as coisas que são realmente importantes em sua vida, ela está passando por você.
Eu fico angustiado com isso :) De ver gente que tem tudo pra dar certo na vida, perdendo tempo na inércia, trabalhando que nem uns condenados, achando que ainda há tempo suficiente para realizar os próprios sonhos... não, não há tempo suficiente, a vida é muito curta!
Simples não? Então por que você não faz isto?!
Não, eu não estou brincando, nem exagerando! Quando as pessoas definem exatamente o que querem, planejam e arranjam tempo para colocar o planejamento em prática, seus desejos viram realidade. O grande problema é que as pessoas simplesmente não fazem isto! E ainda por cima ficam se perguntando por que é que não conseguem nada na vida! Algumas ainda perguntam, ok, eu entendo "o que" eu tenho que fazer, mas "como" é que eu faço isto? Como é que eu defini, planejo e administro meu tempo? Ok, se este é o seu problema, pare de reclamar e remedie. Meus colegas do Sonhos Estratégicos possuem estas respostas. Vá lá, compre os 3 manuais, um de definição de metas, outro de planejamento pessoal e outro de administração do tempo (eles até oferecem cursos grátis via email só pra você ver se gosta ou não da idéia!).
O negócio é que se você ficar parado, só reclamando que não tem tempo, ou que não sabe planejar, etc, a sua vida vai passar por você e você não vai fazer nada! Você já pensou nisso? Você já pensou que enquanto você está "ocupado" sem tempo para fazer as coisas que são realmente importantes em sua vida, ela está passando por você.
Eu fico angustiado com isso :) De ver gente que tem tudo pra dar certo na vida, perdendo tempo na inércia, trabalhando que nem uns condenados, achando que ainda há tempo suficiente para realizar os próprios sonhos... não, não há tempo suficiente, a vida é muito curta!
quarta-feira, 18 de abril de 2007
Vencedores e Perdedores: No jogo da vida tudo se resume à atitude
Uma das principais lições que aprendi nos meus estudos sobre desenvolvimento pessoal, principalmente com John Mackenzie e Fran Christy da equipe Sonhos Estratégicos, foi que tudo na vida se resume à atitude. Não existe essa coisa de sorte, sincronicidades acontecem sim, mas o que você vai tirar da oportunidade surgida do acaso também vai depender da sua atitude pessoal.
Algumas pessoas têm atitude de perdedor e não adianta auto-ajuda, aconselhamento, sorte, ou o diabo, elas não saem do lugar, não mudam suas vidas nunca e só o que fazem é reclamar do governo, de Deus, da falta de sorte, da condição do país, dos parentes, etc. Você percebe uma atitude perdedora nas pequenas coisas... Eu trabalhei em time de suporte de uma empresa aqui nos EUA que fazia cursos de auto-ajuda online.
Os participantes estavam tentando aprender como desenvolver a liderança, como ser mais criativo, como ter mais auto-estima, administrar o tempo, etc, eles tinham dezenas de cursos. No suporte eu tinha a oportunidade de ver as mais diversas personalidades em busca de ajuda. Algumas pessoas tinham problemas técnicos e naturalmente contactavam o suporte, o problema era resolvido e pronto, fim de papo.
Outras pessoas no entanto não coseguiam seguir uma diretriz sequer, desde fazer a sua própria inscrição no curso até seguir aula por aula, elas pediam ajuda para tudo, elas eram incapazes de raciocinar e entender como as coisas funcionavam. Ao se depararem com o menor problema elas ficavam frustradas achando que era culpa da empresa em questão que as coisas não estavam funcionando para elas da forma como deveriam e escreviam iradas para o suporte em busca de uma solução imediata para o problema. Frequentemente, o problema estava na parte delas, elas é que tinham feito algo errado ou deixado de completar uma etapa, não era problema do sistema nem da empresa, mas elas não entendiam isso, elas "precisavam" culpar alguém...
Você pode alegar que algumas pessoas têm sérios problemas com tecnologias novas e têm dificuldade em lidar com computador e detalhes da vida online. Eu digo que o buraco é mais embaixo... Pessoas que se negam a raciocinar e descobrir a razão de um problema e solucioná-lo sem ficarem frustradas e agir agressivamente, agem desta forma em todos os aspectos e áreas de sua vida não só na frente do computador. Pessoas com perfil vencedor não se frustram com facilidade, tentam resolver problemas ao invés de tentantem achar um culpado.
Estes vencedores aprendem as lições da vida e as utilizam para galgar etapas na vida e contruir o futuro que desejam, enquanto os perdedores não aprendem nada, somente reclamam e se frustram em cada esquina da vida ao se negarem a interagir de forma proativa com um problema. É simples assim.
Algumas pessoas têm atitude de perdedor e não adianta auto-ajuda, aconselhamento, sorte, ou o diabo, elas não saem do lugar, não mudam suas vidas nunca e só o que fazem é reclamar do governo, de Deus, da falta de sorte, da condição do país, dos parentes, etc. Você percebe uma atitude perdedora nas pequenas coisas... Eu trabalhei em time de suporte de uma empresa aqui nos EUA que fazia cursos de auto-ajuda online.
Os participantes estavam tentando aprender como desenvolver a liderança, como ser mais criativo, como ter mais auto-estima, administrar o tempo, etc, eles tinham dezenas de cursos. No suporte eu tinha a oportunidade de ver as mais diversas personalidades em busca de ajuda. Algumas pessoas tinham problemas técnicos e naturalmente contactavam o suporte, o problema era resolvido e pronto, fim de papo.
Outras pessoas no entanto não coseguiam seguir uma diretriz sequer, desde fazer a sua própria inscrição no curso até seguir aula por aula, elas pediam ajuda para tudo, elas eram incapazes de raciocinar e entender como as coisas funcionavam. Ao se depararem com o menor problema elas ficavam frustradas achando que era culpa da empresa em questão que as coisas não estavam funcionando para elas da forma como deveriam e escreviam iradas para o suporte em busca de uma solução imediata para o problema. Frequentemente, o problema estava na parte delas, elas é que tinham feito algo errado ou deixado de completar uma etapa, não era problema do sistema nem da empresa, mas elas não entendiam isso, elas "precisavam" culpar alguém...
Você pode alegar que algumas pessoas têm sérios problemas com tecnologias novas e têm dificuldade em lidar com computador e detalhes da vida online. Eu digo que o buraco é mais embaixo... Pessoas que se negam a raciocinar e descobrir a razão de um problema e solucioná-lo sem ficarem frustradas e agir agressivamente, agem desta forma em todos os aspectos e áreas de sua vida não só na frente do computador. Pessoas com perfil vencedor não se frustram com facilidade, tentam resolver problemas ao invés de tentantem achar um culpado.
Estes vencedores aprendem as lições da vida e as utilizam para galgar etapas na vida e contruir o futuro que desejam, enquanto os perdedores não aprendem nada, somente reclamam e se frustram em cada esquina da vida ao se negarem a interagir de forma proativa com um problema. É simples assim.
sexta-feira, 30 de março de 2007
Desperdiçar a vida
Eu vi uma frase há um tempo atrás, não me lembro ao certo quem disse. Acho que ouvi de Fran Christy numa palestra... Bom, a frase era mais ou menos assim: "Que insensatez ter o cuidado de não desperdiçar o tempo aos poucos, mas por outro lado não ter a menor preocupação em desperdiçar uma vida inteira."
Vejo pessoas paranóicas com administração do tempo e produtividade. Querem aproveitar cada minuto para produzirem, produzirem, produzirem... tempo é dinheiro, elas não podem parar, elas têm que estar fazendo alguma coisa "util". Um de meus melhores amigos é assim, ele tem sua própria empresa e trabalha que nem um condenado. Ele não assiste TV, regula ao máximo o tempo no telefone, come enquanto trabalha. Eu não estou julgando meu amigo, pois quem sabe da vida dele é ele mesmo. Eu só estou ilustrando como se comporta uma pessoa paranóica com administração do tempo. Acho que em alguns casos, a paranóia é justificável, pelo menos durante uma fase da vida, mas também acho que para chegar nesta conclusão a pessoa deve parar e refletir: será que na ânsia doentia de aproveitar cada momento ela não está desperdiçando uma vida inteira?
Meu amigo tem a empresa dele, ele está paranoicamente criando as bases para um futuro sólido e seguro. Se ele está errado ou se está certo eu realmente não sei, eu não sou nenhum expert! Vejo no entanto pessoas se desgastando, se estressando, jogando fora relacionamentos importantes com família, amigos, parceiros em nome da empresa X ou Y.
Moro a uns 20 minutos da Microsoft. Tenho vários vizinhos e conhecidos que trabalham lá. Eles são todos paranóicos! Eles trabalham 10 - 15 horas por dia, vão dormir pensando em soluções para os problemas do trabalho, quase não têm amigos. São consumidores ávidos de ferramentas de administração do tempo (não é à toa que Stephen Covey vêm à cidade com frequência!). O lema deles é produtividade total, mínimo desperdício possível de tempo. E tudo isso pra deixar mais gorda ainda a conta bancária do Sr. Bill Gates, que por "coincidência" é o homem mais rico do mundo!
Você pode dizer: "ah, mas eles fazem isso por suas contas bancárias também..." não exatamente... Eles ganham bem sim, mas a paranóia é resultado do "estilo Microsoft de ser". Há uma competitividade absurda entre os funcionários, um nível de motivação alto, um clima de liberdade e uma falsa retórica de que "você é o dono da sua carreira por aqui". Eu fico com a triste impressão que estas pessoas vão chegar em um ponto da vida, olhar pra traz e ver que deixaram todos os seus sonhos de lado em nome da produtividade e tudo o que fizeram foi colocar mais dinheiro no bolso do tio Bill. Mas chega de falar mal da Microsoft, nem era essa a minha intenção quando eu comecei a escrever esse post.
Assim como ocorre na Microsoft, ocorre também em muitas outras empresas ao redor do mundo, pessoas desperdiçam suas vidas para garantir que um indivíduo (o dono da empresa) conquiste seus objetivos. Elas ficam tão preocupadas em aproveitar o tempo, não desperdiçar um só minuto e não percebem que estão deixando a vida inteira escorrer pelo ralo. Elas acham que estão dando conta da própria vida muito bem sendo organizadas, administrando bem o tempo, mas ao meu ver o que elas acabam sendo é uns perfeitos robozinhos, seguidores de ordens, ajudando outras pessoas a atingirem seus objetivos às custas da realização dos seus próprios.
Mas não pense que isso só ocorre com workaholics, ou viciados em trabalho... Minha mãe mesmo, uma dona de casa que nunca trabalhou fora é obsecada por administração do tempo e organização. Ela não suporta "perder tempo" com besteira como ela diz, mas será que o que é importante pra ela realmente faz diferença no quadro geral da vida? Eu lembro quando era pequeno e ela brigava comigo por atrapalhá-la quando ela estava fazendo algo "importante" como organizar a casa ou planejar um jantar para amigos. Será que quando ela estiver em seu leito de morte pensando em tudo o que valeu a pena em sua vida, ela se sentirá bem consigo mesma por ter priorizado a organização da casa em detrimento da atenção ao seu próprio filho? Bom, eu acho que ela nem sequer vai se lembrar disso... Eu não quero ser cruel com a minha mãe, nem tenho nenhum trauma na minha memória desses momentos de "rejeição", só quero ilustrar uma situação comum nos dias de hoje.
O tempo é curto e passa rápido, a forma como você utiliza as pequenas unidades de tempo no seu dia-a-dia irá definir o quanto de real aproveitamento você teve na vida quando esta chegar ao final. Ao meu ver relacionamentos estão no topo dessa cadeia de importância. Quando seu corpo não estiver mais por aqui, somente a sua memória e seu legado permanecerão. O tempo que você desperdiçou organizando sua papelada, administrando seu tempo meticulosamente evitando perder tempo com "pessoas desnecessárias" ficará perdido nos confins da sua memória e não fará diferença nenhuma nem para você, nem para os que ficarão depois de você.
Não sou contra administração do tempo :) Sou contra a insensatez na adminuistração da vida quando esta começa a priorizar detalhes "esquecíveis" ao invés de colocar a técnica a favor da vida, ou seja, a administração do tempo deve ter o objetivo de otimizar as atividades realizadas para que você dedique o menor tempo possível com coisas necessárias porém "esquecíveis" e aproveite a sua vida criando momentos inesquecíveis.
Vejo pessoas paranóicas com administração do tempo e produtividade. Querem aproveitar cada minuto para produzirem, produzirem, produzirem... tempo é dinheiro, elas não podem parar, elas têm que estar fazendo alguma coisa "util". Um de meus melhores amigos é assim, ele tem sua própria empresa e trabalha que nem um condenado. Ele não assiste TV, regula ao máximo o tempo no telefone, come enquanto trabalha. Eu não estou julgando meu amigo, pois quem sabe da vida dele é ele mesmo. Eu só estou ilustrando como se comporta uma pessoa paranóica com administração do tempo. Acho que em alguns casos, a paranóia é justificável, pelo menos durante uma fase da vida, mas também acho que para chegar nesta conclusão a pessoa deve parar e refletir: será que na ânsia doentia de aproveitar cada momento ela não está desperdiçando uma vida inteira?
Meu amigo tem a empresa dele, ele está paranoicamente criando as bases para um futuro sólido e seguro. Se ele está errado ou se está certo eu realmente não sei, eu não sou nenhum expert! Vejo no entanto pessoas se desgastando, se estressando, jogando fora relacionamentos importantes com família, amigos, parceiros em nome da empresa X ou Y.
Moro a uns 20 minutos da Microsoft. Tenho vários vizinhos e conhecidos que trabalham lá. Eles são todos paranóicos! Eles trabalham 10 - 15 horas por dia, vão dormir pensando em soluções para os problemas do trabalho, quase não têm amigos. São consumidores ávidos de ferramentas de administração do tempo (não é à toa que Stephen Covey vêm à cidade com frequência!). O lema deles é produtividade total, mínimo desperdício possível de tempo. E tudo isso pra deixar mais gorda ainda a conta bancária do Sr. Bill Gates, que por "coincidência" é o homem mais rico do mundo!
Você pode dizer: "ah, mas eles fazem isso por suas contas bancárias também..." não exatamente... Eles ganham bem sim, mas a paranóia é resultado do "estilo Microsoft de ser". Há uma competitividade absurda entre os funcionários, um nível de motivação alto, um clima de liberdade e uma falsa retórica de que "você é o dono da sua carreira por aqui". Eu fico com a triste impressão que estas pessoas vão chegar em um ponto da vida, olhar pra traz e ver que deixaram todos os seus sonhos de lado em nome da produtividade e tudo o que fizeram foi colocar mais dinheiro no bolso do tio Bill. Mas chega de falar mal da Microsoft, nem era essa a minha intenção quando eu comecei a escrever esse post.
Assim como ocorre na Microsoft, ocorre também em muitas outras empresas ao redor do mundo, pessoas desperdiçam suas vidas para garantir que um indivíduo (o dono da empresa) conquiste seus objetivos. Elas ficam tão preocupadas em aproveitar o tempo, não desperdiçar um só minuto e não percebem que estão deixando a vida inteira escorrer pelo ralo. Elas acham que estão dando conta da própria vida muito bem sendo organizadas, administrando bem o tempo, mas ao meu ver o que elas acabam sendo é uns perfeitos robozinhos, seguidores de ordens, ajudando outras pessoas a atingirem seus objetivos às custas da realização dos seus próprios.
Mas não pense que isso só ocorre com workaholics, ou viciados em trabalho... Minha mãe mesmo, uma dona de casa que nunca trabalhou fora é obsecada por administração do tempo e organização. Ela não suporta "perder tempo" com besteira como ela diz, mas será que o que é importante pra ela realmente faz diferença no quadro geral da vida? Eu lembro quando era pequeno e ela brigava comigo por atrapalhá-la quando ela estava fazendo algo "importante" como organizar a casa ou planejar um jantar para amigos. Será que quando ela estiver em seu leito de morte pensando em tudo o que valeu a pena em sua vida, ela se sentirá bem consigo mesma por ter priorizado a organização da casa em detrimento da atenção ao seu próprio filho? Bom, eu acho que ela nem sequer vai se lembrar disso... Eu não quero ser cruel com a minha mãe, nem tenho nenhum trauma na minha memória desses momentos de "rejeição", só quero ilustrar uma situação comum nos dias de hoje.
O tempo é curto e passa rápido, a forma como você utiliza as pequenas unidades de tempo no seu dia-a-dia irá definir o quanto de real aproveitamento você teve na vida quando esta chegar ao final. Ao meu ver relacionamentos estão no topo dessa cadeia de importância. Quando seu corpo não estiver mais por aqui, somente a sua memória e seu legado permanecerão. O tempo que você desperdiçou organizando sua papelada, administrando seu tempo meticulosamente evitando perder tempo com "pessoas desnecessárias" ficará perdido nos confins da sua memória e não fará diferença nenhuma nem para você, nem para os que ficarão depois de você.
Não sou contra administração do tempo :) Sou contra a insensatez na adminuistração da vida quando esta começa a priorizar detalhes "esquecíveis" ao invés de colocar a técnica a favor da vida, ou seja, a administração do tempo deve ter o objetivo de otimizar as atividades realizadas para que você dedique o menor tempo possível com coisas necessárias porém "esquecíveis" e aproveite a sua vida criando momentos inesquecíveis.
domingo, 25 de março de 2007
Vivendo de traz pra frente
Eu vi esta frase em algum lugar esses dias e fiquei refletindo sobre ela: "Se você quer saber como viver a sua vida, pense em como você gostaria de ser lembrado depois da sua morte. Viva então de traz pra frente."
Eu particularmente mudaria esta frase de "como gostaria de ser lembrado" para "como gostaria que a minha vida tivesse sido ao lembrar dela em meu leito de morte" hehehehe, é mais trágico! Não, sério, acho que as pessoas que passam pela experiência de morrerem lentamente passam um bom tempo refletindo sobre como viveram suas vidas e as que se vão em paz são as que tem a memória de terem feito o que elas mesmas quiseram, enquanto as que só fizeram o que os outros queriam (trabalho, obrigações, rotina, etc) se arrependem amargamente. Quer você acredite que vivemos várias vezes ou não, esta vida é única. Por que então as pessoas a desperdiçam das formas mais banais?!
Eu fiz um curso uma vez em que o mentor usou uma técnica que lembra esta frase. Ele fez os participates se imaginarem numa reunião familiar (ou com amigos) no final da sua vida, digamos que seja aos 80 anos. Nesta reunião era seu aniversário e todos estávam lembrando os bons e maus momentos da sua vida, contando estórias, rindo dos seus erros, cantando as suas vitórias. A tarefa que os participantes deveriam realizar era escrever ou gravar num gravador portátil uma descrição desta reunião imaginária. Quais eram as estórias que as pessoas estavam comentando? Quais eram as vitórias? Quais foram os fracassos? Uma pessoa no curso veio com uma idéia diferente. Ela costumava assistir Biography Channel e outros canais que passavam biografias de notáveis e então ela resolveu imaginar como seria o programa com a biografia dela mesma. Ela inventou uma estória e criou detalhadamente uma auto-biografia imaginando que um locutor de TV estava narrando sua própria história. Outros participantes também criaram variações da técnica, mas todas com o mesmo objetivo, criar uma fantasia do que você gostaria que a sua vida tivesse sido, pois isto lhe informará o que você quer de fato fazer da sua vida no aqui e agora.
Compare a sua vida com a estória que você criou. Você está indo na direção certa? Ou você está fazendo tudo errado, construindo uma vida da qual você não quer lembrar em seu leito de morte?
Eu particularmente mudaria esta frase de "como gostaria de ser lembrado" para "como gostaria que a minha vida tivesse sido ao lembrar dela em meu leito de morte" hehehehe, é mais trágico! Não, sério, acho que as pessoas que passam pela experiência de morrerem lentamente passam um bom tempo refletindo sobre como viveram suas vidas e as que se vão em paz são as que tem a memória de terem feito o que elas mesmas quiseram, enquanto as que só fizeram o que os outros queriam (trabalho, obrigações, rotina, etc) se arrependem amargamente. Quer você acredite que vivemos várias vezes ou não, esta vida é única. Por que então as pessoas a desperdiçam das formas mais banais?!
Eu fiz um curso uma vez em que o mentor usou uma técnica que lembra esta frase. Ele fez os participates se imaginarem numa reunião familiar (ou com amigos) no final da sua vida, digamos que seja aos 80 anos. Nesta reunião era seu aniversário e todos estávam lembrando os bons e maus momentos da sua vida, contando estórias, rindo dos seus erros, cantando as suas vitórias. A tarefa que os participantes deveriam realizar era escrever ou gravar num gravador portátil uma descrição desta reunião imaginária. Quais eram as estórias que as pessoas estavam comentando? Quais eram as vitórias? Quais foram os fracassos? Uma pessoa no curso veio com uma idéia diferente. Ela costumava assistir Biography Channel e outros canais que passavam biografias de notáveis e então ela resolveu imaginar como seria o programa com a biografia dela mesma. Ela inventou uma estória e criou detalhadamente uma auto-biografia imaginando que um locutor de TV estava narrando sua própria história. Outros participantes também criaram variações da técnica, mas todas com o mesmo objetivo, criar uma fantasia do que você gostaria que a sua vida tivesse sido, pois isto lhe informará o que você quer de fato fazer da sua vida no aqui e agora.
Compare a sua vida com a estória que você criou. Você está indo na direção certa? Ou você está fazendo tudo errado, construindo uma vida da qual você não quer lembrar em seu leito de morte?
segunda-feira, 19 de março de 2007
Feitiço do Tempo – Aprendendo a viver carpe diem
Feitiço do Tempo, com Bill Murray e Andie MacDowell, é um dos meus filmes favoritos. Cada vez que eu assisto tenho novos insights sobre a filosofia carpe diem.
No filme, Bill Murray interpreta um repórter de meteorologia que parece não gostar muito do trabalho que faz. Ele recebe pela quinta vez a “missão” de cobrir o evento do “dia da marmota” (Groundhog Day). Uma nevasca, porém, o deixa preso na cidade. O mesmo dia passa a se repetir constantemente. Essse tema já foi explorado diversas vezes pelo cinema e a moral da estória gira em geralmente em torno da mudança de atitude do protagonista – enquanto ele não adotar uma atitude positiva, fazendo “as coisas certas”, a vida não continua.
As pessoas me escrevem e me perguntam o que é afinal viver carpe diem? É viver a vida como se hoje fosse o último dia, fazendo loucuras irresponsáveis? É jogar tudo pro alto e começar a fazer só o que você tem vontade? A minha resposta geralmente inclui a indicação deste filme, pois na minha visão, Bill Murray só conseguiu “passar de dia” quando finalmente viveu aquele dia "carpe diem". E eu peço pra que as pessoas que querem entender melhor o que é carpe diem assistirem este filme, pois a idéia que se tem geralmente é muito equivocada. A palavra carpe diem está associada com aproveitar, e aproveitar na visão da maioria das pessoas está relacionada a lazer, a esquecer das responsabilidades e viver como se hoje fosse o último dia, geralmente do ponto de vista do entretenimento e das emoções.
Bom, eu penso o seguinte: hoje não é o último dia da minha vida (espero que não!), amanhã também não será e assim por diante. Se eu viver hoje como se fosse o último dia, não estarei contruindo o futuro e certamente amanhã eu estarei insatisfeito, desejando voltar ao passado e ter feito o que eu deveria e não desperdiçado meu tempo irresponsavelmente. Como já tinha dito num post anterior, eu concordo com Fran Christy quando ela diz que a melhor interpretação para carpe diem seja fazer valer a pena. Se você assistir o filme, verá que no dia em que tudo dá certo é o dia em que ele faz com que tudo valesse a pena, não só pra ele, mas pra toda a cidade, desde as pequenas coisas. Cada vez que eu assisto o filme fico mais motivado a refletir sobre cada ação e escolha como se eu já tivesse passado por aquilo antes, se a sensação é de que o que eu estou fazendo é só uma repetição inútil, eu não faço, procuro o sentido nas ações, quero dedicar o meu tempo no que vale a pena, não em coisas inúteis que vão ficar perdidas e esquecidas no meu passado.
Bill Murray passa parte dos seus dias repetitivos “vivendo a vida adoidado”, pois pensa que se está preso naquela situação, então o jeito é aproveitar. Podemos fazer uma analogia com pessoas que acham que a vida é para ser aproveitada desta forma, com o máximo de diversão e o mínimo de responsabilidade. Fico irado quando estas pessoas dizem que estão vivendo a vida carpe diem. Se divertir faz parte, claro da filosofia de aproveitar o dia, mas se a diversão não valer pena, qual o sentido? Acaba sendo apenas perda de tempo quando você pensar sobre aquele momento no futuro, enquanto isso a vida vai te levando sem te consultar pra lugares onde pode ser que você não deseje estar.
Durante um tempo fui visitar minha tia-avó num retiro para idosos e eu acaba passando horas conversando com os velhinhos. A maioria se arrependia demais do tempo perdido no passado quando achavam que estavam “aproveitando a vida”, enquanto lutavam para mudar um presente da qual não se sentiam satisfeitos – a vida os tinha levado para lugares indesejáveis. Era triste de ver que as razões de seus arrependimentos estavam na falta de ação construtiva, eles não construíram o futuro que haviam sonhado na juventude, na verdade, eles viveram sem construir nada. Alguns não se importavam, só queriam "morrer em paz", outros lamentavam amargamente terem vivido uma vida "inercial" - trabalho - família - lazer. Ao chegar no final da vida eles puderam olhar a caminhada como um todo e ver onde todo o precioso tempo foi perdido.
Voltando ao filme, uma boa parte da mudança feita pelo personagem que o permite sair da prisão do tempo e contiuar a vida diz respeito aos relacionamentos. Ele começa o filme com uma personalidade arrogante e mesquinha e termina carismático e caloroso com todos. Pessoas com doenças fatais, que sabem que vão morrer em pouco tempo, dão prioridade para o acerto de contas com pessoas em suas vidas – parece que a coisa mais importante na vida são os relacionamentos que temos, até porque quando formos embora, somente sobreviveremos na memória daqueles que nos amaram. Se você entende e concorda com isso, porque esperar pra dizer a todas as pessoas que são importantes na sua vida o quanto você se importa com elas? Um jantar com velhos amigos é diversão e ao mesmo tempo viver carpe diem, são relacionamentos que estão sendo cultivados. Pequenas oportunidades de fazer a vida valer a pena podem ser encontradas em coisas simples como um jantar, ou mesmo um mero telefonema, um cartão virtual ou email. Reatar um relacionamento quebrado é muito mais difícil do que simplemente cultivá-lo, mas se você acha que é importante, se isto o machuca de alguma forma, o que você está esperando para resolver o problema?
Se você ainda não assistiu este filme, corra até a locadora e assista. Esqueça a comédia, ignore a fantasia, veja o filme nas entrelinhas, procure entender a moral da estória e faça um paralelo com a sua própria vida.
No filme, Bill Murray interpreta um repórter de meteorologia que parece não gostar muito do trabalho que faz. Ele recebe pela quinta vez a “missão” de cobrir o evento do “dia da marmota” (Groundhog Day). Uma nevasca, porém, o deixa preso na cidade. O mesmo dia passa a se repetir constantemente. Essse tema já foi explorado diversas vezes pelo cinema e a moral da estória gira em geralmente em torno da mudança de atitude do protagonista – enquanto ele não adotar uma atitude positiva, fazendo “as coisas certas”, a vida não continua.
As pessoas me escrevem e me perguntam o que é afinal viver carpe diem? É viver a vida como se hoje fosse o último dia, fazendo loucuras irresponsáveis? É jogar tudo pro alto e começar a fazer só o que você tem vontade? A minha resposta geralmente inclui a indicação deste filme, pois na minha visão, Bill Murray só conseguiu “passar de dia” quando finalmente viveu aquele dia "carpe diem". E eu peço pra que as pessoas que querem entender melhor o que é carpe diem assistirem este filme, pois a idéia que se tem geralmente é muito equivocada. A palavra carpe diem está associada com aproveitar, e aproveitar na visão da maioria das pessoas está relacionada a lazer, a esquecer das responsabilidades e viver como se hoje fosse o último dia, geralmente do ponto de vista do entretenimento e das emoções.
Bom, eu penso o seguinte: hoje não é o último dia da minha vida (espero que não!), amanhã também não será e assim por diante. Se eu viver hoje como se fosse o último dia, não estarei contruindo o futuro e certamente amanhã eu estarei insatisfeito, desejando voltar ao passado e ter feito o que eu deveria e não desperdiçado meu tempo irresponsavelmente. Como já tinha dito num post anterior, eu concordo com Fran Christy quando ela diz que a melhor interpretação para carpe diem seja fazer valer a pena. Se você assistir o filme, verá que no dia em que tudo dá certo é o dia em que ele faz com que tudo valesse a pena, não só pra ele, mas pra toda a cidade, desde as pequenas coisas. Cada vez que eu assisto o filme fico mais motivado a refletir sobre cada ação e escolha como se eu já tivesse passado por aquilo antes, se a sensação é de que o que eu estou fazendo é só uma repetição inútil, eu não faço, procuro o sentido nas ações, quero dedicar o meu tempo no que vale a pena, não em coisas inúteis que vão ficar perdidas e esquecidas no meu passado.
Bill Murray passa parte dos seus dias repetitivos “vivendo a vida adoidado”, pois pensa que se está preso naquela situação, então o jeito é aproveitar. Podemos fazer uma analogia com pessoas que acham que a vida é para ser aproveitada desta forma, com o máximo de diversão e o mínimo de responsabilidade. Fico irado quando estas pessoas dizem que estão vivendo a vida carpe diem. Se divertir faz parte, claro da filosofia de aproveitar o dia, mas se a diversão não valer pena, qual o sentido? Acaba sendo apenas perda de tempo quando você pensar sobre aquele momento no futuro, enquanto isso a vida vai te levando sem te consultar pra lugares onde pode ser que você não deseje estar.
Durante um tempo fui visitar minha tia-avó num retiro para idosos e eu acaba passando horas conversando com os velhinhos. A maioria se arrependia demais do tempo perdido no passado quando achavam que estavam “aproveitando a vida”, enquanto lutavam para mudar um presente da qual não se sentiam satisfeitos – a vida os tinha levado para lugares indesejáveis. Era triste de ver que as razões de seus arrependimentos estavam na falta de ação construtiva, eles não construíram o futuro que haviam sonhado na juventude, na verdade, eles viveram sem construir nada. Alguns não se importavam, só queriam "morrer em paz", outros lamentavam amargamente terem vivido uma vida "inercial" - trabalho - família - lazer. Ao chegar no final da vida eles puderam olhar a caminhada como um todo e ver onde todo o precioso tempo foi perdido.
Voltando ao filme, uma boa parte da mudança feita pelo personagem que o permite sair da prisão do tempo e contiuar a vida diz respeito aos relacionamentos. Ele começa o filme com uma personalidade arrogante e mesquinha e termina carismático e caloroso com todos. Pessoas com doenças fatais, que sabem que vão morrer em pouco tempo, dão prioridade para o acerto de contas com pessoas em suas vidas – parece que a coisa mais importante na vida são os relacionamentos que temos, até porque quando formos embora, somente sobreviveremos na memória daqueles que nos amaram. Se você entende e concorda com isso, porque esperar pra dizer a todas as pessoas que são importantes na sua vida o quanto você se importa com elas? Um jantar com velhos amigos é diversão e ao mesmo tempo viver carpe diem, são relacionamentos que estão sendo cultivados. Pequenas oportunidades de fazer a vida valer a pena podem ser encontradas em coisas simples como um jantar, ou mesmo um mero telefonema, um cartão virtual ou email. Reatar um relacionamento quebrado é muito mais difícil do que simplemente cultivá-lo, mas se você acha que é importante, se isto o machuca de alguma forma, o que você está esperando para resolver o problema?
Se você ainda não assistiu este filme, corra até a locadora e assista. Esqueça a comédia, ignore a fantasia, veja o filme nas entrelinhas, procure entender a moral da estória e faça um paralelo com a sua própria vida.
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